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Semana #13: Tim-tim!

Dia 1° de abril completei 5 anos como licenciada em Letras! Com muita gratidão comemoro esse dia e as vitórias que tenho alcançado ao longo desses anos de atuação. Não me tornei uma professora, como imaginei que seria, mas explorei meus talentos e me desafiei (e continuo me desafiando) de muitas maneiras. As competências que desenvolvi, os olhares que refiz… Read more →

Semana #9: Ativando os sentidos

Antes de começar a ler o post de hoje, eu sugiro fortemente que você aperte o play e dê espaço para a deliciosa canção da Mafalda Veiga que eu escolhi como inspiração para esta semana. Deixe a liquidez dos sons preencher os espaços, perceba a força e suavidade do sotaque português, os espaços em branco, os estranhamentos. Sinta! Porque hoje… Read more →

Até logo, sol que brilha até mais tarde!

A lua e o sol, por mim! :)

Existem as pessoas que gostam de calor e as que gostam do frio. Eu estou no grupo que das que gostam da meia estação. Quem pode me culpar? Eu gosto do conforto, da luz do sol, do frescor dos ventos e das chuvas. E hão de concordar comigo que o outono e a primavera ainda contam com o charme especial da vida se renovando! Acho lindo! <3

Existem as pessoas que preferem ficar em casa e curtir um programa mais íntimo. Também tem aquelas que gostam de explorar o mundo, a cidade, a novidade, ver gente, se misturar. Eu gosto das duas coisas! A rua me mantém viva, o lar me acolhe com chocolate quente e marshmallow.

Existem as pessoas digitais e existem as analógicas. Sou analogicamente digital! Interesso-me pelo conforto e pelas possibilidades da tecnologia, procuro sempre uma rede wi-fi, adoro o burburinho das redes e mídias, mas até hoje sinto falta do peso da minha agenda na bolsa, gosto de sentir o cheiro dos livros, ignoro os alarmes do celular e às vezes me pergunto se não era melhor estar off-line.

Existem as pessoas que preferem a montanha e as pessoas que preferem o mar. Eu já estive do lado da montanha, na verdade, não sai dele. Mas agora também não rejeito a companhia do mar. No fundo, eu gosto é da natureza, suas cores, seus cheiros, seus sons (ou pelo menos alguns deles).

Existem os que amam o horário de verão e os que o odeiam. Eu sou do grupo que aproveita o que tem! Confesso que meu sorriso se abre ao terminar um dia de trabalho e ainda ser brindada com a luz do sol, parece que a vida me dá um abraço, uns minutos a mais para vivê-la. Desculpe-me, Dona Lua, talvez eu seja levemente apaixonada pelo sol. Mas hoje é dia de se despedir dos raios que se prolongam pelas tardes, então meu sorriso se abrirá para o sol que se põe. E na escuridão do próximo céu, olharei para ti, lua, e acompanharei seu ensinamento de ser crescente até estar cheia, plena e forte mover marés e quando isso já afetar o equilíbrio das coisas, então ser minguante, abrir os espaços até estar nova e pronta para novamente crescer!

E se chover, quem sabe eu me molhe.

Aside

Ser humano é tarefa mais difícil que se pensa.

Ser humano é suportar a batida do coração que acelera quando devia acalmar-se, que aperta quando você só pede um tempo para estar tranquilo e não pensar em nada, que se apaixona quando o desejo é estar sozinho.

Ser humano é ter o sangue nas veias.

Ser humano é ter responsabilidade. Mas também é aprender a suportar a falta de responsabilidade daqueles que ainda não entenderam nada sobre humanidade.

Ser humano é perder de vista as opções que o mundo te apresenta e permanecer indeciso porque nenhuma parece adequada o suficiente.

Ser humano é ser gordo, magro, alto, baixo, branco, negro, amarelo, moreno, loiro, ter pereba, unha encravada, ser modelo ou esquisito, ser adulto ou só não mais criança. É ser meio doidinho, fora do padrão, sonhador ou realista, doce e azedo, disciplinado ou um bagunceiro sem remédio.

Ser humano é ter enxaqueca, dor de barriga, sono, TPM, sono, TPM, sono, TPM, sono, TPM. É ser mulher e também é ser homem. É ser pai, mãe, filho, vizinho, cunhada ou papagaio. Ah, ser humano também é ser banguela!!! É ter do lado muitos dos mais queridos, mas se sentir sozinho. Ou não ter ninguém ao lado, mas estar completo.

Ser humano é ter projetos, mesmo que só por tê-los. É ser criado, criatura, criador. Afinal, ser humano é ter ideias.

Ser humano é fazer escolhas, mesmo que a sua razão não seja racional para mais ninguém.

Ser humano é muitas coisas. Mas o mais importante é que, naqueles dias em que ser humano é tarefa mais difícil do que parece possível de suportar, você deve aprender a apenas ser o que se é. Ser humano não tem erro!

E por que a promessa é de ano novo e não de ano-novo?

E aí, gente! Tudo certinho com vocês?  O blog acabou de dar as caras e eu já quero gerar polêmica! Mas se preparem, porque sempre que possível me envolverei em polêmicas linguísticas! Nesses nossos primeiros encontros, vamos nos conhecendo um pouco mais, né? Então, vou aproveitar esse primeiro post sobre os “senãos” da língua portuguesa para contar um pouco mais… Read more →